Domingo, 23 de Setembro de 2018

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Sinegás realiza reunião em Mandaguaçu para exterminar revendas clandestinas na cidade

Quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

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Após várias denúncias revendedores se reúnem para realizar ações contra vendas clandestinas de gás


Na última terça feira, (21), aconteceu na ACIMAN (Associação Comercial e Industrial de Mandaguaçu), uma reunião realizada pelo Sinegás (Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo), que contou com a participação dos representantes das 13 revendas legalizadas de gás do município. O intuito do encontro foi para apurar denúncias sobre vendas clandestinas de gás liquefeito que estão ocorrendo na cidade desde o ano passado. Incomodados com a situação embaraçosa e a concorrência desleal, os comerciantes resolveram se unir e buscar ajuda para combater este crime.

Segundo a Diretora do Sinegás, Sandra Ruiz, ações já estão ocorrendo para exterminar os clandestinos, mas afirmou que o trabalho em conjunto dos revendedores regularizados é de extrema importância. “É preciso se unir, trabalhar em conjunto e conscientes para não fornecer material de venda para os clandestinos”, disse. Além disso, ações envolvendo órgãos públicos como a Prefeitura Municipal de Mandaguaçu, Polícia Militar, Polícia Civil e, se necessário, a Promotoria, já estão sendo estudadas.

Sandra também lembrou dos riscos que um comércio clandestino oferece. “A pessoa não está colocando em risco só a vida dela, mas sim de um quarteirão inteiro, pois se um botijão de gás explodir, compromete todas as casas ao redor. É um risco muito grande para a comunidade. Para ter um comércio legalizado exige-se medidas rigorosas de segurança e leis de transporte de cargas que não podem nunca serem esquecidas”, afirmou a diretora.

A ACIMAN se colocou à disposição para auxiliar neste combate, por meio de reuniões mensais e campanhas de conscientização para a população. Por tanto, a comunidade será alertada para não adquirir produtos de vendas não legalizadas, pois esta ação estará colocando em risco não só os comerciantes legais, como também toda a comunidade. 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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