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Abastecimento em Mandaguaçu é feito por poços artesianos; consumo por pessoa é de 110 l/dia
No Dia Mundial da Água (22 de março), é importante refletir sobre um recurso natural finito, cuja preservação exige essencialmente cuidado com o meio ambiente. A proteção de mananciais (leia-se cursos de água) e outras fontes que alimentam complexo sistemas que servem de ponto de referência para captação, tratamento e distribuição de bem tão precioso.
A água que chega às torneiras em Mandaguaçu são captadas de 9 poços artesianos, que se distribuem pela cidade para garantir abastecimento constante e suficiente para dar conta do consumo. Segundo dados da Sanepar, todos os dias cada habitante consome 110 litros de água por dia, ou 220 garrafinhas de 500 ml em ingestão, banho e higiene.
Juntos, os poços têm uma vazão de 359 metros cúbicos por hora, ou seja, 359 mil litros. O município também conta com 9 reservatórios, com capacidade combinada para 1700 metros cúbicos ou 170 mil litros. O sistema funciona de forma ininterrupta, sob monitoramento constante da qualidade e outras demandas, como vazamentos.
Os os poços artesianos se abastecem dos chamados lençóis freáticos, reservatórios de água subterrâneos que se formam a partir da infiltração de água da chuva, ou eventualmente de aquíferos, que exigem perfuração mais profunda para serem alcançados. Em outras cidades, como Maringá, a Sanepar capta água de rio, no caso, o Pirapó.
A manutenção dos níveis adequados de água nos lençóis freáticos dependem da regularidade do clima, ou seja, de chuvas. Durante longos períodos de estiagem, o volume de água nos depósitos subterrâneos podem cair com a consequente redução da vazão dos poços. Menos água saindo do fundo da terra significa menos água no sistema de abastecimento.
Mesmo com os reservatórios cumprindo a função de manter o abastecimento, às vezes é necessário economizar no consumo. “Em qualquer momento é necessário e importante ser racional no uso da água. É um bem precioso e não inesgotável. Aliás, em muitas partes do mundo já vivemos situações graves de escassez”, afirma o secretário do Meio ambiente da Prefeitura de Mandaguaçu, Juraci Cezar Bezerra.
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