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Localização de pórtico de free flow, sistema eletrônico de cobrança de tarifa, causa apreensão e município busca entendimento com concessionária
“Momento de mobilização, de união de prefeitos, deputados estaduais e federais e sociedade organizada para exigir as explicações necessários para melhor compreensão não apenas do modelo de cobrança eletrônica das tarifas do pedágio, mas seu impacto na vida do usuário” das rodovias, especialmente aquele cidadão que usa diariamente a via a trabalho, percorrendo curtas distância”, disse o prefeito de Mandaguaçu, Beto Dentista, em reunião realizada na noite desta quarta, 21, em Marialva a propósito do reinício da cobrança de tarifas de pedágio nas rodovias da região. Também participaram da reunião os vereadores Bi Martelosso, Alessandro Mansano, Vinícius Vitorette, Luci Amorim, Fernando Souza e Professor Mário.
A reunião, convocada pela prefeita de Marialva, Flávia Cheroni, pautou-se pela busca do entendimento das consequências da instalação do sistema free flow, que substitui as cancelas físicas por modelo eletrônico de cobrança de tarifa. Na prática, os veículos passam por pórticos, que identificam automaticamente TAGs ou placas e a cobrança é feita de forma eletrônica e proporcional ao uso da via. Ocorre que o sistema em fase de implantação na região desconsidera particularidades em relação ao uso da via de forma frequente por empresários, moradores e agricultores.
No caso de Mandaguaçu, a preocupação é com relação a posição do pórtico, ou seja, a área coberta digitalmente para identificação de veículos, localizada a curta distância da cidade, o que vai impactar no cotidiano de moradores, agricultores, empresários e trabalhadores. Como a estrutura está posicionada antes do retorno na rodovia, quem faz o sentido Mandaguaçu a Castelo Branco, por exemplo, para acessar algum estabelecimento a esquerda da via, necessariamente vai passar pelo pedágio – e pagar, claro, o que reforça a necessidade de algum entendimento para resolver o impasse.
A empresa não mandou representante à reunião em Marialva, enviando informações não exatamente conclusivas, alegando aguardar assinatura do contrato agendada para dia 6 de março. As operações devem ser iniciadas em março. As estruturas do pedágio seguem ativas para abrigar veículos de manutenção e socorro, assim como equipamentos de apoio ao usuário da rodovia, como banheiros e fraldário. As concessões de rodovias estaduais e federais, num total de seis lotes e 3,3 mil quilômetros, são válidas por 30 anos com investimento previsto de R$ 60 bilhões.
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